A linha 165 do Jefferson Ivanicska

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Vocês lembram deste post aqui, não é?, que foi tão polêmico no blog quanto é na vida real. Quanto mais eu tento conversar sobre isso com alguns brasilienses, mais me chamam de patrulheira, metida à europeia ou falso-moralista – já que eu, como a maior parte da classe média, também recorro muito raramente ao transporte público.

Nem ligo. Continuo fazendo da maior utilização do transporte público uma bandeira. Só vejo vantagens: financeiras, de falta de stress, de ganho de tempo – em alguns casos, de tempo real, e em todos os casos, de tempo útil, já que no ônibus pode-se fazer milhões de coisas que não fazemos nos nossos veículos mono-ocupados, inclusive amigos.

Por isso, quando vi o Jefferson fazendo propaganda de seu novo meio de transporte, praticamente o intimei a escrever esse Meu Quadrado. O que ele fez de um jeito tão bacana e tão claro que nem vou editar nada. Publico na íntegra:

“Quando pisei em Brasília pela primeira vez, há 16 anos, percebi que era uma cidade muito diferente das que havia morado.

Tenho visto, no entanto, a cada dia que passa, a capital se parecer mais com as metrópoles do sudeste nos problemas e nas soluções deles – às vezes pioneiras, às vezes equivocadas.

No trânsito brasiliense por exemplo, achei de uma burrice extrema a adoção das faixas de ônibus – consagradas no Rio e em São Paulo – numa região tão carente de oferta de transporte coletivo . Os carros se espremem à esquerda, enquanto os coletivos pingam, de vez em quando, na faixa exclusiva. Nas paradas de ônibus, mendigos, cartazes descascados de publicidade e depredação, mas nenhuma, repito, nenhuma informação sobre linhas de ônibus.

Na contramão deste cenário é quase visionária a proposta da TCB de criar linhas executivas, para atender a quem pode mas não quer se arriscar andando nos lentos e sujos baús caindo aos pedaços.

Falo em causa própria da linha 165, que liga em trajetória circular o terminal do Cruzeiro, passando por Octogonal e Sudoeste, à Esplanada dos Ministérios.

São ônibus de 26 lugares, com internet e ar condicionado a bordo e passagem a 5 reais. Fazem o percurso em 35 minutos, em média. Impossível não compará-los aos “frescões”, do Rio de Janeiro, só que em versão menor. Daí o apelido “fesquinhos”, que já começa a pegar!

Circulam desde janeiro, mas motoristas e cobradores lamentam que ainda rodem quase vazios. Óbvio! Por falta absoluta de divulgação, muito pouca gente conhece…

Resta saber se os “fresquinhos”  terão o mesmo destino dos modorrentos “zebrinhas” ou se irão inspirar e inovar o transporte coletivo do DF. A mim já agradam, tanto que o meu quadrado… é circular – 165”.

Bora?
A linha sai do terminal do Cruzeiro, passa pelo HFA, passa em frente ao Terraço Shopping, pega a avenida principal do Sudoeste e segue para a Esplanada. O caminho de volta é o mesmo. Todos os usuários são unânimes em elogiar a pontualidade da linha, que passa pelas paradas rigorosamente a cada quinze minutos (quem mora nesta rota e trabalha na Esplanada, sinceramente, não pode continuar reclamando do transporte público de Brasília).
O site do GDF com itinerários e horários fica bem aqui.
A passagem desse circular de luxo custa R$ 5.

30 respostas em “A linha 165 do Jefferson Ivanicska

  1. Nossa, é uma ótima ideia. Mas, como toda boa ideia, me parece atender, obviamente, exclusivamente a classe média. É como se a gente tipo desistisse de tentar o transporte público melhor e passasse a deixar a lei de mercado prevalecer e quem quiser “insistir ” em usar o transporte público, vai ter que desembolsar por isso.

    De toda forma, nesse ambiente caótico, sem planejamento e cujo unico interesse é alargar pistas e parcelar em 1000 vezes o financiamento de um carro, é maravilhoso que a gente tenha ideias como essa, aind que atendam, de fato, a 2% da população que mais precisa de transporte urbano.

    Beijocas!

    • Quem não é classe média já usa o transporte público, até por falta de alternativa – bom ou ruim, é o que tem. Mas nós, classe média, muitas vezes TEMOS alternativa – e continuamos comodamente reclamando e não fazendo nada pra mudar. Quantas pessoas moram no Sudoeste/Octogonal e têm esse luxo na frente de casa? Ônibus a cada 15 minutos não deveria ser, mas é coisa de primeiro mundo! E quantas usam de fato essa linha? O Jefferson fala: vive vazio. Aí vão tirar a linha de circulação e dizer que “não tem demanda”. Depende da gente fazer demanda e fazer essa relação mudar.

      • é isso aí!!! O executivo do aeroporto ate diminui de tamanho porque muita gente nao pegava. E parece que a parada fucniona…

        falta muito é divulgação mesmo.

    • Olá Felipe,
      Concordo contigo, mas fiquei feliz de ver pelo menos ALGO, uma tentativa, uma ideia, mesmo que experimental, pois a falta de opções de transporte público em Brasília é vergonhosa. Fiquei realmente surpreso e feliz de saber que estão tentando fazer algo diferente e inteligente por aqui. Espero que prospere!

  2. Meu marido que viaja todas as semanas já pega o ônibus da linha que sai do aeroporto. É uma ótima mesmo! Parabéns pelo post! Ainda temos a vantagem de evitar os taxistas grosseiros e que andam a 100 por hora colocando nossa vida em risco só pra voltar mais rápido para o ponto e pegar mais corridas! O fim!!!!

    • Táxi sozinho = jogar dinheiro fora. Se a gente anda de busão em todo canto do mundo, por que aqui teria nojinho? Viva o Txotxa. 🙂

  3. Nao conhecia os fresquinos! Sou de Vitoria/ES e eu os usava por la… Aqui é um terror apelar pro transporte oublico. Sempre lotados, velhos e fedidos… Tenho pavor de cheiro de ferro… E como sao muito antigos, sempre estao fedendo a ferro.

    Bom, fiquei feliz em saber que ainda tem alguma esperanca pro transporte publico nessa cidade.

  4. Vou ver se experimento essa linha amanhã mesmo! Estava sem saber o seu percurso. Valeu o post! Concordo, Carol. Nós TEMOS alternativa. Mas seguimos, muitas vezes, enclausurados nos nossos carros, parados em engarrafamentos, achando ruim… talvez porque vamos chegar em casa tarde demais para ir à academia… para ler alguma coisa… Porque não caminhar um pouquinho… até o trabalho? Voltar de ônibus… ou de carona com um amigo…? Semana passada voltei de carona com uma colega de trabalho. Foi um presente. Foi quando pudemos nos conhecer um pouquinho mais. A responsabilidade é de cada um de nós. Não apenas DELES… Viva! Temos poder!

  5. Meu marido usa praticamente todos os dias no trajeto de ida para o trabalho (voltamos juntos, trabalhamos bem perto, e eu saio de carro bem cedo) e só fala bem. E com razão. Eu também já usei e aprovei muito: fresco, rápido (já que não para nas paradas tradicionais), confortável, internet. Um privilégio para os moradores do sudoeste e octogonal.
    Quanto ao restante de toda polêmica do transporte público, e demais falhas na prestação dos serviços públicos, eu concordo com a Vera Lúcia que comentou acima: nós, cidadãos, podemos fazer bastante coisa para melhorar a situação geral da cidade. Percebo que a maioria gosta mesmo é de reclamar e colocar a culpa no estado, e esquecem completamente os conceitos de coletividade e cidadania.
    Pra finalizar, vou repetir: esse blog é show! Vocês estão muito de parabéns.
    Abraços,
    Vanessa

  6. os zebrinhas eram os fresquinhos das décadas de 80 e 90. lembro que minha mãe sempre usava pra ir pro trabalho. quantas e quantas vezes saí da 216/416 norte pra ir ao cinema no parkshopping de zebrinha, com minhas amigas! não entendo por que deixaram os listradinhos virarem sucata e agora aparecem com uma nova – visionária – versão do transporte de vizinhança. tô fazendo as vezes de pessimista por aqui, mas só consigo imaginar os fresquinhos, daqui a alguns anos, se juntando aos zebrinhas e aumentando a frota de sucatas do transporte público. e o trânsito cada vez mais entupido de monotransportes financiados a perder de vista.

    • Cris, novas frotas são inevitáveis com a cidade que cresce. A questão, como em tudo, é garantir manutenção pra evitar a obsolescência. Meu argumento é que o transporte público só é tão péssimo em Brasília porque ele virou assunto de quem absolutamente não pode pagar um carro. E para um governo míope, o mínimo que se faça para esse público já basta. Se a gente não usa, transporte público nunca será uma prioridade. É preciso usar, fazer demanda, reclamar, exigir, fazer que o transporte público seja de fato público pra que ele mude. Reclamar sem conhecer e continuar não usando não ajuda em nada o cenário. Beijo!

      • carol, juro que tento usar! uma coisa que me tira do sério é procurar vaga de carro onde não existe. e os gastos com carro são infinitamente maiores que com passagens. mas vc usou um zebrinha ultimamente? eu, sim! eles estão mudados: agora cabe mais gente sentada, que ótimo! só que no corredor entre os bancos só passa uma pessoa. sem prever passageiros em pé. a porta, essa continua só na frente. uns empurram pra ficar perto da saída e outros empurram pra entrar pelo mesmo buraco. é claro que as frotas crescem com a cidade e ter linhas novas para atender novos pontos é obrigatório. não é disso que falo. o que questiono é: por que não renovar, melhorar, amplificar o que já temos de bom, em vez de deixá-lo se entulhando ao nosso redor e aparecer com a mesma ideia, de roupa nova, como se fosse a invenção da roda. e se duvidar, é a mesma empresa.

  7. Concordo com a postura reclamona da nossa classe média. Quer dizer, concordo que ela ocorra, discordo de seus motivos. Sinceramente, se vc mora nas asas sul e norte (qualquer quadra) e trabalha também por aí, ou na esplanada, dá para viver sem o seu carro. Sudoeste, cruzeiro, octogonal e lagos, talvez fique um pouco mais complicado. Vamos ao meu “estudo de caso”.

    Voltei para Brasília no final de 2010. Me mudei para a 711 sul, trabalhando na 716 norte (quase dentro do Caje). Só andei de ônibus por praticamente todo o tempo, e ainda voltava em casa pra almoçar. Este percurso (asa sul/norte) é perfeito, eu entrava em praticamente qualquer ônibus que passasse.

    Em meados de 2012, comecei a trabalhar na esplanada, mesma história (e mudei para a 715 sul). Se tornou um pouquinho mais difícil (passam menos ônibus), mas se estou com pressa, pego o primeiro que vai para a rodoviária, e de lá aqueles de R$ 1,50 que passam pela esplanada.

    Ando muito no zebrinha, entendo que deixa a desejar (sucateado, anda rápido, às vezes cheio), mas prefiro milhares de vezes usá-lo do que ter que procurar vaga, ficar ocupado dirigindo, arriscar-me a ser multado por pardais, estacionamento, etc… Nestes dois anos e meio, devo ter lido uns 10 livros de literatura, dezenas de livros técnicos, me preparei para um concurso que fiz e passei…. Tudo dentro dos ônibus. O Kindle (leitorzinho digital) foi meu grande amigo em toda essa história.

    Algumas vezes por semana, nado às seis da manhã (na 504 sul) e de lá vou direto ao trabalho. Pego um dos primeiros ônibus, ainda escuro, também tranquilo. Com frequência, volto para casa depois das 23h00 (dou aulas regularmente até às 23h00, na 513 norte), também volto sem problemas de ônibus. Entendo que a parada de ônibus, a essa hora, me deixa um pouco inseguro, mas até hoje, nada aconteceu…

    Eventualmente vou de carro. De fato, demoro uns 10 ou 15 minutos a menos de carro do que demoraria de ônibus, mas no fim, tenho que parar longe de onde trabalho, andando do mesmo jeito que andaria da parada até o local de trabalho. O máximo que espero é talvez uns 20 minutos pela passagem do ônibus.

    Concordo que horários de ônibus nas paradas melhorariam nossa vida, mas não sua ausência não inviabiliza o “passeio”.

    A vantagem de poder ler no caminho, pensar na vida de um nível mais alto (estou mais alto do que todos os carros, hahahaha) é bem interessante. E sou um carro a menos na rua!!!!

    A propósito, adoro o blog, leio sempre, comento pouco. Já fui em quase todas as dicas gastronômicas e uma boa parte das culturais… Resolvi comentar um comentário grandão neste, pq também sou visto como meio louco por essa opção dos ônibus……

    • ops, esse comentário deveria ter sido no outro postzao original, que li inteiro, acompanhei a discussão, mas não comentei… eu e minha preguiça ou timidez virtual, hahaha

      • Renato, seu testemunho é excelente. É muito bom saber que tem pessoas que utilizam tão convictamente o transporte público aqui em Brasília. Ficando fora de casa o dia inteiro como você fica, acho incrível sua capacidade de organização da rotina pra fazer tudo de ônibus (cara, como você conseguiu saber que ônibus pega pra qual lugar?!!?). Você inclusive mudou meu paradigma sobre uma das paranoias que eu tenho de vencer pra andar de busão: o medo da insegurança. Lá vai você com seus fones de ouvido e seu livro digital, sem deixar o medo te vencer. Muito legal mesmo. Depois manda um email pro blog (link ali à direita) que eu vou te guardar como fonte de informação quando tiver alguma dúvida sobre o assunto! Acho que você sabe mais do tema que o secretário de Transportes. 🙂 Um beijo!

    • Caro Renato, parabéns. É de pessoa como você que Brasilia precisa para melhora o tráfego de veículo nas vias públicas. Porém, só 20 minutos de espera no ponto, é bom que se diga ” para pega quaquer ônibus e para qualquer destino na linha reta da W-3. Por outro lado, a classe média não é reclamona. É, sim, omissa por não agir efetivamente na busca do cumprimento dos deveres do Estado, também no que tange ao transporte coletivo. Essa classe média não usa coletivo alegando falta de quelidade, pontualidade, conforto, limpeza, etc. No entanto, não se mobiliza para vê-lo melhorado. Haja vista que a obra do VLT está parada há muitos anos e o GDF não tá nem aí, e a sociedade cala. O metrô norte …. só promessas, e a sociedade cala. Finalmente, há um grupo de Brasilia e Valparaiso lutando por coletivo ferroviário e modal não poluente na cidade (ex. usar o trem de que vai até Luziânia e ônibus elétrico em Brasilia, chamado: DE OLHO NO TREM E NO ÔNIBUS ELÉTRICO DE VIZINHANÇA”. Apoiado pela UNB.

    • So tem um detalhe: no Brasil menino nao fica na escola o dia todo. Se fica, pobre (ou rico) do pai que tem grana pra gastar 2, 3 mil por mes pra fazer isso. Entao, pra quem nao trabalha em horario corrido (acho que a grnade maioria das pessoas NAO trabalha em horario corrido, de forma que noa precisam apenas de transporte publico pra ir e voltar do trbaalho, mas pra sair na hora do almoço e buscar os filhos na escola e deixar em casa e vice-versa), deixa de ser uma alternativa, porque 30 minutos a mais num percruso de onibus (sem falar na espera) inviabilizam a logistica de busca e levar menino na escola, almoçar e voltar pro trabalho. Ou seja: a pessoa vai de transporte publico pro trabalho, mas teria de contratar onibus escolar pra resovler o problema dos filhos. Nao tem jeito de fugir do privado!

      Abs

      • @felipe, concordo contigo com a questão da escola horário integral custar mais de 3 mil legais. Adoraria que meu filho estudasse em uma dessas, mas não consigo pagar… Tanto que tenho carro em casa, mas faço questão de só ter um. Divido o leva e traz do filho pra escola com a esposa, e de fato, mesmo sendo bem perto (715 sul, já foi 711 sul) até o sudoeste, é um parto para ir de ônibus. Pensei diversas vezes em ir de bicicleta, mas carregando-o, com mochilas e etc, a aula dele sendo à tarde, e eu, bem branquelo, quase albino, abandonei a ideia…

        Da esplanada ou w3 norte para o sudoeste, funciona bem, pq vários que vão para as satelites, passam pelo SIG/EPTG, que funciona para mim tb…Assim, em reuniões na escola do moleque, vou de onibus tb.

        Meu caso foi resolvido até hoje, muito pq orbito w3-sul-norte-esplanada-l2-sul. Nesses casos, os onibus, embora decadentes, sujos e com motoristas que dirigem agressivamente, funciona bem.

        @carol, não precisei de muita coisa para descobrir, meus trajetos são sempre os mesmos. Mas os caminhos dos ônibus dentro do plano são poucos, mesmo os que vão para as satélites. Podem ser resumidos grosseiramente em Esplanada / EPTG(SIG) / Estrutural / W3 / L2, Eixinho. Aí é ver onde te serve.

        @paulo, o que chamo de postura “reclamona” é que para 90% dos meus amigos, a possibilidade de um ônibus/bicicleta, ou qualquer outra coisa, não é sequer cogitada. TIpo, impensável ficar sem o meu carro. E se eu precisar ir no shopping, na academia, ou não sei onde… E, muitas vezes, com pouco esforço e mudança de rotina, tem jeito.

        Outro exemplo: praticamente todos os casais que conheço têm dois carros. Normalmente, com pouca flexibilidade adicional, dá para ficar só com um. Só isso, já tiraria o quê, 20% dos carros da cidade?

        Mas enfim, cada um sabe onde o calo aperta. Eu particularmente, acho a maior perda de tempo do mundo ficar dentro do carro preso, e pior ainda procurar vaga. Posso me dar ao luxo de demorar um pouco mais nos percursos .Ttipicamente meus horários são um pouco flexíveis, com exceção de quando estou no papel de professor… mas nessas horas a programação gira em torno deste papel, aí raríssimas vezes me atraso, mesmo sempre indo dar aulas de ônibus (de 8h00-12h00, ou de 18h30-22h30)…

  8. Gente, esta linha é ótima!! Mesmo não usando com frequência, pois não trabalho na Esplanada, adorei o serviço!! O horário do ônibus é super confiável!! Só espero que esta iniciativa se espalhe pela capital e pelas satélites! Adoro o blog!

    • Não posso deixar de concordar. Assim, a grosso modo, é caro. Mas seria preciso colocar no papel quanto se gata pra ir de carro. de todo modo, eu preferiria um ônibus “menos fresco” e mais barato. O grande atrativo é, na verdade, o itinerário da linha.

      • um onibus menos fresco, no horario e que nao fosse ensurdercedor (os onibus com motor na frente sao muito barulhentos). na ponta do lapis, uma pessoa que trocar o carro pelo onibus leva vantagem, agora, alguem que tem vaga (varios orgaos tem) e nao vai abrir mao ter um carro… nao sei se vale a pena.

  9. Até iria, mas não entendo porque eles colocam “Octogonal” no roteiro, se na real, só passa em frente ao Terraço Shopping. Gastaria menos de 10 minutos fazer o curto circuito da Octogonal. Eu sigo esperando, enquanto isso…

  10. Utilizei hoje para ir ao Conjunto Nacional saindo da comercial. Ótima opção, não cheguei suado como de costume. Pontual, ar condicionado, WiFi e poltronas reclináveis, uma beleza.

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