Swing, rock, sinfônica: tudo ao mesmo tempo agora

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Aqui vai um aviso: não invente farra por hoje. A maratona de shows não acabou – e, a partir de amanhã, você vai precisar de energia. Shows legais e de graça – e sem precisar passar pela gincana dos ingressos porque é de graça mesmo, em lugar aberto, é só chegar e se juntar.

Amanhã rola mais uma Noite Cultural no T-bone, a impensável mistura de açougue e centro cultural tipicamente brasiliense. O convidado da vez é o swingman Ed Motta, que vem acompanhado da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. A julgar pelo casamento maravilhoso do erudito com o popular que vimos na Esplanada no domingo, quando a Orquestra tocou com Hamilton de Holanda e Milton Nascimento, o encontro promete.

No final de semana, o projeto Toca Raul!, que reuniu uma boa turma no CCBB final de semana passado, está de volta. Como no domingo que passou, a fórmula é reunir músicos em releituras de alguns sucessos do roqueiro psicodélico. Neste domingo estarão entre nós Zeca Baleiro, Katia B, Marcelo Nova e O Terno, além da DJ Vivi Seixas.

E aí? Estão dentro?

Bora?
Noite Cultural T-Bone com Ed Motta e Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional
Amanhã, 25/04, a partir das 19h
Açougue Cultural T-Bone – SCLN 312, Bloco B, Loja 27
3963-2070

Toca Raul!, com Zeca Baleiro, Katia B, Marcelo Nova e O Terno, e DJ Vivi Seixas
Domingo, 28/04, a partir das 16h
CCBB – SCES, Tr. 2, Conjunto 22
3108-7600

4 respostas em “Swing, rock, sinfônica: tudo ao mesmo tempo agora

  1. Da programação do T-Bone, não estou dentro, não. Aliás, para minha sorte, trabalho até tarde, então, quando voltar pra casa (na 111 norte), já poderei chegar com tranquilidade e depois da bagunça. Desculpem o aparente mau-humor, mas é que acho um desrespeito para com o público a realização desses shows na rua do T-Bone. Não há espaço, não há estrutura, não há qualidade de som sequer pra sabermos quem está no palco. Por isso, acho um desrespeito também com o artista. Nomes consagrados, como Lenine e Elba Ramalho, servem apenas como chamariz pra um monte de gente lotar a quadra e sujar o chão enquanto quem gosta da música – e dos músicos – se esforça (sem sucesso) pra ao menos conseguir entender o que os caras estão cantando. Ali não é lugar de show grande.

    • Ana, não fui ao show da Elba porque não estava em Brasília, mas no Lenine realmente o som estava muito ruim. Só quem estava em frente ao palco ouvia bem. Mas a boa notícia é que um conhecido me disse que dessa vez não vai haver o mesmo problema com o som. Abs,

      • Aline, minha pior experiência foi, exatamente, com o Lenine. Achei um desrespeito geral, tanto com o público quanto com o artista. Um show desse porte não pode ser feito num quarteirão fechado, uma ruazinha. Torço para que o som melhore, imagina a Orquestra Sinfônica passando por isso? E até o Ed Motta, de quem nem gosto como cantor mas que merece igual respeito como artista, ele também merece ser tratado com respeito. Tomara que você esteja certa! Abraço.

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