O cachorro-quente gigante e uma enquete

hot dog

Uma das primeiras coisas que a gente aprende na faculdade de jornalismo é a piada da salsicha. Algo assim: “os cidadãos não dormiriam tranquilos se soubessem como são feitos os jornais e as salsichas”. Dizem que a frase foi dita pelo ex-chanceler alemão Otto von Bismarck, em 1800 e alguma coisa, só que ele falou “leis” no lugar de “jornais”, e algum engraçadinho adaptou a ironia séculos depois.

Talvez eu não tenha entendido a piada, já que resolvi trabalhar em jornal e incluir a salsicha na minha dieta. Sou super a favor da alimentação saudável, dos orgânicos, dos ovos caipiras, mas venho por meio desta confessar que uma boa junk food é a glória – com parcimônia, é claro. Tudo na vida é uma questão de evitar o exagero. Nem tanto lá, nem tanto cá, e assim seremos felizes.

Agora que consigo gritar pra todo mundo ouvir “EU AMO CACHORRO-QUENTE”, posso dar essa dica: um cachorro meio bizarro de tão grande. Pra quem não conhece, o nome do lugar é Nação Hot Dog, e foi lá que eu me assustei com o que eles chamam de “tradicional”.

São duas salsichas, milho, ervilha, maionese e cheddar. Você escolhe um pão entre três opções (eu fui no Dogão, imagine aí), um molho (escolhi o básico de tomate, já que as outras opções me pareceram meio arriscadas: bolonhesa, chilli, mostarda & mel, rosé e vinagrete) e um acompanhamento.

Foi aí, no acompanhamento, que eu resolvi ousar, afinal a proposta do lugar é diferente, então vamos experimentar… Em vez da batata frita clássica, fui de purê de batata. Vejam bem: um pão gigantesco, duas salsichas, mil outras coisas e um purê de batata dentro (fiz questão de tirar a foto com a minha mão aparecendo, pra dar uma noção de escala).

Eu pensei: vou comer a metade, e a outra metade eu distribuo pra 14 pessoas na rua. Mas diz a Carol que eu tenho uma espécie de HD externo estomacal, um iCloud-gastro, então é claro que comi o sanduíche inteiro.

Achei uma experiência interessante, mas… sou do tempo em que “tradicional” eram os cachorros-quentes das barraquinhas, nas entradas das quadras. Então, finalmente, chego no objetivo central deste post. Uma enquete: qual o seu cachorro-quente preferido na cidade?

Bora?
Conta pra gente qual é o melhor cachorro de Brasília!
E se quiser ousar, vai lá:
Nação Hot Dog
108 Sul, bloco C
Todos os dias, das 16h às 23h
Tel. 3244-5444

36 respostas em “O cachorro-quente gigante e uma enquete

  1. Eu já fui aí e confesso que realmente, um cachorro-quente sem a experiência da rua, da barraquinha é algo meio sem gosto, sem graça. Eu não tenho um point preferido, porque não como carne vermelha. Desde o falecido Natura Dog, onde tinha salsicha de soja, (eu como de peru também), nunca mais tive a feliz experiência de comer em pé numa quadra de Brasília. Pronto, fiz meu lamento.
    Beijos.

    • Cachorro quente do chico em frente a rua das mais especificamanete em frente a drogasil que fica ao lado do restaurante la gioconda (acho que é esse o nome rs) já foi considerado o melhor de Brasília pela revista Veja!

  2. O que eu mais gosto é o do Landy’s, na entrada da 406 sul, perto do Libanus. Está lá desde a minha adolescência, firme, forte e com cada vez mais adeptos.

  3. Sem qualquer sombra de dúvida: McReynolds (nome bom demais, né!). Ele é o campeão de todos os tempos. Fica na entrada da 411 norte. É o único lugar que vou para comer cachorro quente . Tem uns “modelos” mais cheios de coisa, mas eu vou sempre no básico, que já é bom demais.

    Se for em festa junina, o melhor é o da festa da igreja do Cruzeiro – acho que se chama Santa Teresinha. Super caseiro, com molho caprichado, feito pelas senhoras da igreja.

  4. O melhor de todos é o da carrocinha de cachorro-quente na frente da Universidade Católica, no Pistão Sul! É do tipo tradicional (salsicha, molho, milho, batata, ervilha e queijo), mas muito bem preparado!!! O sabor de “quero mais” do hot dog soma-se à nostalgia dos bons e velhos tempos na UCB!

  5. O melhor e o UberDog, na 307 norte! E uma proposta gourmet e o resultado ficou delicioso. E pra quem e vegetariano lá tem opção com queijo coalho. ; )

  6. O meu preferido já foi o do Fábio, quando ele ficava lá nos quiosques no centro de Taguatinga. Mas depois que se mudaram para o Taguaparque, fui lá e detestei.

    Atualmente gosto muito do do Miquéias (C1 – Taguatinga Centro) e o da entrada do Grancursos (SIG). Mas no segundo já faz bastante tempo que não vou, então nem sei se continua bom.

    Já comi nessa Nação aí e não gostei muito. Acho que pelo preço e pelo tamanho, deveria ser pelo menos 2 vezes mais gostoso.

    Beijos e sucesso!!!

  7. Landi, Landi, Landi! Mil vezes Landi! (406 sul) Moro em Paris há quase 7 anos e ainda sonho com o cachorro quente do Landi!
    Ps: se chegar cedo ainda pega um brigadeirinho delicia de sobremesa! 😉

  8. Tenho saudades do Dog do Ratinho na frente do metrô estação Guará, na QE 24.
    Ultimamente só vou no dog da ponte JK por que é caminho pra casa após a facul

  9. O melhor de todos é o do Chico, da 106 sul. As pastas de alho e de pimentão, e a maionese caseira feita pela esposa dele dão o toque super especial! É imperdível!!

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