Uma forcinha nos desafios da maternidade

Sopa de Abobora Orgânica

No prontuário dos meus filhos na maternidade tinha um asterisco com uma observação: “mãe nervosa”. Só pode rir de mim quem teve um bebê que pesava um quilo e meio – eu sou era nervosa mesmo, mas não é pra menos.

Virar mãe é muita informação. A gente tem medos que nem imagina que poderia ter – e ao mesmo tempo se sente forte como nunca poderia desconfiar que seria capaz. Aquela vida ali depende de você: a saúde, os valores, toda a educação dela, tudo. E tudo, claro, inclui uma boa alimentação.

A amamentação deu 100% certo mas, aos quatro meses mais ou menos, bebês precisam de comida de verdade. E, sabe?, misto quente, omelete e pipoca de microondas não é comida de verdade. Eles precisam de comida tipo de mãe: sopinha, papinha, amassadinhos. Só que a mãe é você – e pra você, até então, comida costumava ser os supracitados exemplos.

Eu resolvi meu problema tendo uma ajudante que era uma verdadeira mestre cuca das papinhas – mas nem todo mundo tem essa sorte.

Descobri na minha nova vizinhança um verdadeiro presente pras mamães brasilienses: o Empório da Papinha, uma loja que vende porçõezinhas de papinhas congeladas feitas com legumes, frutas, cereais e carnes orgânicas – tudo prontinho pra você ter (pelo menos) uma coisa a menos para se preocupar. As opções acompanham a idade do bebê: tem versões pastosas, com pedaços e até maiorzinhas, para mais pessoas compartilharem.

Além da praticidade, uma coisa que achei bacana é a seriedade da marca. No dia que visitei a loja, tinha um aviso explicando que, por causa da falta de carnes orgânicas no mercado, eles estavam usando carnes normais na preparação dos pratos. Prova de transparência, respeito e seriedade é sempre boa notícia quando se trata de alguém que vai dividir com você uma das maiores e mais bonitas responsabilidades da vida.

Bora?
Empório da Papinha
CLN 303 Bloco A loja 16
3526-6875
Segunda a sexta, das 9h às 19h30 e sábado, das 9h às 17h
O potinho com 100 ml de sopinhas custa R$ 7,70, a embalagem familiar, como meio litro de creme de legumes, por exemplo, custa R$ 19.

6 respostas em “Uma forcinha nos desafios da maternidade

  1. Adoramos o seu comentário e obrigada por visitar nossa loja! Nossa responsabilidade é enorme, nosso controle também! Nossos produtos são registrados na ANVISA e possuem selo de Conformidade Orgânica IBD (Organico Brasil).
    Meu marido acompanha sempre o seu Blog. Muito bom! Parabéns e Obrigada!
    Adriana Lannes.
    Sócia-Gerente Empório da Papinha!

  2. É interessante a dica, mas não entendo porque só se fala em responsabilidade de mãe… A criança não tem pai? Ou papinha não pode dizer respeito aos pais e só às mães? Vamos começar a mudar um pouco esta naturalização do papel materno?

  3. Ótima dica para as mamães e papais! (Boa Rafaela, ia falar isto também!!!) Mas uma importante correção, segundo a Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde, a amamentação exclusiva (só leite materno, sem água, chá, sucos, etc) é recomendada até 6 meses de vida. Assim, os papais e mamães, segundo recomedação de seus pediatras e nutricionistas, podem utilizar este serviço a partir do sexto mês de vida de seus bebes.

  4. Ótima dica! Estive nessa loja recentemente e tive a grata surpresa de reencontrar um amigo de infância, que é o proprietário da loja. Sem dúvidas, é um empreendimento sério! :)! Aproveito para fazer a mesma observação da Rafaela! Já está mais do que na hora de mudarmos esse discurso: cuidar da alimentação dos filhos também é um desafio da paternidade!!!!

  5. Oi, meninas!
    Tudo bem?
    Acho que vocês têm toda razão de reclamar do sexismo do post. Realmente: como leitor, dá mesmo uma impressão estranha de que eu assumi que a preocupação e a responsabilidade da alimentação dos filhos são maternos e não parental. Na hora em que escrevi estava tão focada nas minhas impressões como mãe (o que eu sentia em cada célula do meu corpo de mãe, naquela experiência nova) que nem passou pela minha cabeça relativizar isso no texto: escrevi com a minha voz, de mulher e mãe, colocando toda a carga de emoção desses meus primeiros meses.
    A briga de vocês também é minha. 😉 Não só na reivindicação da participação paterna nas tarefas, como também contra a “glamourização” do pai que “ajuda”. Escrevi sobre isso há um bom tempo, quando tinha um outro blog antigo: http://le-croissant.blogspot.com.br/2011/03/heroicamente-domestico.html
    Fui absolutamente traída pelo sexismo contra o qual eu luto. Obrigada por darem o toque.
    Beijos a todas.

  6. Oi Carol! Perfeito o seu texto no outro blog! :)! Me incomoda bastante essa glamourizacao do pai que está realizando as suas tarefas paternais…o verbo “ajuda” é totalmente infeliz! Que os nossos filhos/filhas nem discutam esses assuntos quando forem pais/mães! :)!

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