Brasília virou dicionário poético

nicolas

Talvez seja a proximidade da II Bienal do Livro e da Leitura, sei lá – só sei que estou cheia de assuntos literários pra compartilhar com vocês. Começo com o poeta da cidade, que ataca novamente: Nicolas Behr lança hoje um dicionário poético-sentimental, em que transforma Brasília em simpáticos verbetes que traduzem sua visão bem própria da cidade que o acolheu.

O que? Você achava que “Bete” é nome de mulher? Só não tendo vivido a infância em Brasília na década de 1980 para não concordar com o verbete do Nicolas: “é o nome de uma brincadeira muito comum em Brasília entre os anos 1960 e 1980. Joga-se bete, também chamado de taco, com dois paus (cabos de vassoura), uma bola (as de tênis são ótimas) e duas latas”.

Apenas uma entre um montão de palavras que o Nicolas tirou da ponta da nossa língua para ressignificar e explicar, agrupando tudo num dicionário que funciona como um verdadeiro teste: você é brasiliense de verdade?

Bora?
BrasíliA-Z – Cidade-Palavra
Lançamento hoje, 08/04, a partir das 18h
Espaço Cena – CLN 205, Bloco C, loja 25

Uma resposta em “Brasília virou dicionário poético

  1. Vou lá!!!!

    Queridas, vocês conhecem o livro infantil “Brasília de A a Z” de Tino Freitas? Também é uma dica boa e uma história interessante que surpreende até quem é brasiliense como eu. Afinal, fui aprender nesse livro qual a diferença entre o azul e o verde nas placas de sinalização das quadras de Brasília, entre outras coisas legais.

    Fica aí a dica, caso já não o conheçam.

    Abs.,

    Franco

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