A minha segunda casa

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Ô, GDF, faz isso, não.

O Balaio é o lugar onde a gente vai esquentar o coração, ver o povo, ouvir música boa. É o lugar onde a gente conhece e abraça e pergunta da família de cada pessoa que trabalha por lá. Taí: nem precisa marcar com os amigos, os amigos já estão por lá.

É lugar onde toca chorinho, tambor de criola, samba, forró. Onde o Brasil tradicional acontece, brilha, é conhecido e adorado pelas novas gerações. Se não for no Balaio, me diz, onde?

É lugar de encontro, de troca de ideias, é lugar de gente de esquerda. É onde gay beija na boca e faz carinho em público, junto com casal de velhinhos, junto com famílias inteiras, junto com um monte de criança brincando.

Não é só barzinho, nem só restaurante, nem só lugar pra dançar – tem cinema no Balaio, sabia? Tem bazar, tem exposição. Até as paredes do Balaio têm uma função cultural: toda peça, toda exposição que vale a pena se ver tem um cartaz pregado por lá. Os muros do Balaio são o Jornal Nacional da cultura brasiliense: se não estiver por lá, não aconteceu.

Viver faz barulho, governador. A alegria só incomoda quem não quer ser feliz junto.

Brasília precisa do Balaio. O Brasil precisa, mais do que nunca na vida, de gente que nem a Jul Pagul.

Hoje de noite a gente vai lá dizer tudo isso. A gente vai celebrar o Balaio, porque o Balaio vive.

Bora?
Free Balaio Free
Hoje, 21h05
Balaio Café – CLN 201, Bloco B, Brasília

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