Não é só Brasília, não: é o mundo

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– Mas você conhece o Fulano?
– Conheço, ué!
– Nossa! Brasília é um ovo!
– De codorna!

Quem nunca? Quem aí nunca participou deste diálogo que jogue o primeiro ovo. De codorna.

Até que a gente resolve sair por outras paragens e descobre que não é só Brasília que é um ovo, não. É o mundo. Coleciono histórias de amigos que encontraram amigos de amigos do outro lado do planeta. Eu mesma acho o máximo contar que minha prima de BH e uma amiga daqui de Brasília que hoje mora em Sampa se conheceram em Barcelona, do nada. Do nada. Só pra comprovar a tese.

Pois Joana e Valentina se conheceram em Nova York. Joana é nascida e criada em Brasília. Valentina é carioca e mora no Rio, mas já passou uma temporada morando por aqui também.  Da boa e velha constatação a respeito do mundo ser um ovo, elas criaram um delicioso blog de viagens, com um texto delicioso de ler e fotos incrivelmente bacanas. As compilações trazem dicas de comprinhas, espaços de exposição e restaurantes com comida boa, que parece ser uma obsessão das duas.

A gente, que tem uma queda natural por projetos lindos feitos por amigas que se amam e que querem produzir coisas em conjunto, se apaixonou à primeira vista. Até porque o blog delas tem algo que nós também cultivamos no nosso quadrado: o desejo de ver a melhor parte das cidades, onde a vida acontece de verdade, onde pessoas bacanas criam e entram em contato umas com as outras para ser feliz. Por isso mesmo que ficamos orgulhosas de aparecer no ovo, entre as dicas das meninas para quem visita Brasília. Responsa.

Está procurando dicas lindas de Berlim, Londres, Nova York, Rio, ou daqui mesmo da capital? Aproveita. O mundo é um lindo ovo de codorna.

Bora?
Visite o ovo de codorna, o blog lindo da Joana França e da Valentina Castello Branco.

7 respostas em “Não é só Brasília, não: é o mundo

  1. Ouvi de um conhecido uma vez: “não é o mundo (ou Brasília ou qualquer parte) que é pequeno. É a ponta da pirâmide (social) que é pequena”. Achei super apropriado.

  2. embarcando na onda dos comentários de alessandra e danusa: o mundo é bem grande, minha gente, acontece que circular entre as elites é limitador. a zona de conforto é financeira, não geográfica, e quem não sai da sua zona de conforto, seu ovinho de codorna particular, vai continuar repetindo o mantra de que o mundo é um ovo! expandir os horizontes vai muito além de por a mochila nas costas e ganhar o mundo, passa, essencialmente, por destapar os olhos, para dentro e para fora de si, e enxergar que o outro sou eu também, seja ele rico ou miserável, europeu, asiático ou africano. viajar sem encontrar-se com o outro não amplia o escopo da sua humanidade, amplia apenas seu vacabulário geográfico.

  3. Pingback: Siga aquela moça! | quadrado

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